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Psicoterapia e Psicanálise

Psicoterapia psicanalítica de crianças, adolescentes e adultos - Psicanálise - Psicoterapia de grupo: Psicodrama com crianças, adolescentes e adultos - Aconselhamento parental

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Psicoterapia Psicanalítica de adolescentes e adultos

A psicoterapia psicanalítica destina-se a pessoas que pretendam obter ajuda para compreender e transformar o seu sofrimento, resolver conflitos internos e tratar sintomas que constituam obstáculos ao seu bem-estar e reduzam a sua qualidade de vida.
É uma terapia verbal, face a face, geralmente prolongada no tempo.
As sessões são regulares e nelas o paciente pode expressar de forma aberta os seus pensamentos e entrar em contacto com as suas emoções mais profundas que serão acolhidas e trabalhadas no contexto da relação de confiança e partilha com o terapeuta. 

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Psicanálise

A psicanálise é um tipo de intervenção terapêutica bastante complexa e profunda, geralmente promotora de transformações importantes na forma como o paciente se relaciona consigo mesmo e com os outros.
Através da palavra (nos adultos) ou do jogo simbólico, do desenho e da interação no espaço lúdico (nas crianças), a psicanálise permite aceder aos processos inconscientes e às dinâmicas de funcionamento mental que frequentemente estão na origem de sintomas como a ansiedade, a depressão, o desamparo, os evitamentos fóbicos, entre muitos outros.
As sessões de psicanálise devem ser bastante frequentes e o ritmo deve manter-se estável ao longo do processo analítico. No caso dos adultos, são feitas com recurso ao divã, o que permite ampliar a liberdade do paciente para expressar de forma espontânea e sincera os seus pensamentos, sonhos, memórias e emoções. Ao longo do processo psicanalítico, terapeuta e paciente criam um campo relacional e simbólico que proporciona um caminho de reparação de feridas profundas, alteração de padrões relacionais, mitigação ou remissão de sintomas patológicos e autoconhecimento.

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Psicodrama

O psicodrama é uma terapia expressiva que utiliza o jogo e a dramatização em contexto grupal como formas de trabalhar a espontaneidade e autenticidade de cada elemento do grupo no desempenho dos seus papeis (familiares, sociais, profissionais) e na perceção da sua identidade e da sua história.
Através do uso do corpo, do movimento, da ação, da palavra e da interação, promove-se a capacidade de desenvolver novas respostas para as situações disruptivas, difíceis ou desafiantes que se encontram ao longo da vida.
No psicodrama, o enfoque é colocado na resolução das dificuldades individuais, sendo o grupo uma ferramenta que abre perspetiva sobre a ação de cada protagonista, gera novas possibilidades de interação, permite a co-criação e, como tal, tende a constituir-se como um catalisador da experiência emocional individual e grupal.
As sessões de psicodrama são semanais e os grupos são dirigidos por uma equipa terapêutica constituída por duas a três pessoas com formação especializada.

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Consultas com pais 

As consultas com pais são essenciais no trabalho com crianças pequenas.
No caso de a criança se encontrar em psicoterapia, as sessões com os pais constituem importantes momentos de reflexão sobre a história e a dinâmica relacional da criança e da sua família, bem como sobre a evolução da criança ao longo do processo terapêutico, as suas necessidades e a forma como a família e/ou outros elementos do seu meio (como a escola, por exemplo) a podem ajudar a evoluir.
As consultas com pais também podem ser úteis mesmo que a criança não se encontre em psicoterapia. Podem ser o contexto indicado para acolher pais que estejam preocupados com sinais de sofrimento, mal estar ou desarmonias no desenvolvimento dos seus filhos e pretendam pensar sobre os mesmos com a ajuda de um terapeuta, numa lógica de aconselhamento.

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Psicoterapia com crianças

A psicoterapia com crianças é uma modalidade de intervenção que faz recurso a ferramentas e técnicas particulares, tais como o desenho ou o jogo simbólico, para ajudar a criança e a sua família a superar dificuldades que podem estar relacionadas com:
a) a presença de patologia ou sintomatologia identificada: depressão, ansiedade, medos, evitamentos, terrores noturnos, enurese, encoprese, perturbações do desenvolvimento e da personalidade;
b) a exposição a situações sentidas pela criança - e, por vezes, também pela sua família- como particularmente difíceis ou exigentes e, como tal, potenciadoras de uma desarmonia evolutiva tais como a perda de uma pessoa próxima, o divórcio dos pais, a mudança de contexto ( país, cidade, escola), o nascimento de um irmão, a morte de um animal de estimação, entre outras;
c) a existência de uma condição permanente que dificulte a relação da criança com os outros, o sucesso escolar ou a compreensão de si própria, como acontece frequentemente nos casos de sobredotação, doenças crónicas, autismo, défices cognitivos, sobredotação, entre outras.
O trabalho psicoterapêutico com crianças é feito em articulação com os pais e, se necessário, com a escola, os médicos ou outros elementos importantes para o seu desenvolvimento e bem estar.

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Grupos de pais / Grupos de cuidadores

No desempenho de papéis tão específicos quanto importantes como sejam os de pais ou de cuidadores, há momentos em que se torna evidente a necessidade de um apoio terapêutico.
a) Grupos de pais: Dedicados à exigente tarefa de educar os seus filhos, os pais são constantemente desafiados a lidar com os obstáculos que possam surgir no seu desenvolvimento. Sejam estes transitórios -como uma adaptação mais demorada à nova escola ou um luto que custa a passar- ou mais insidiosos- como uma condição grave de saúde, uma dificuldade permanente ou um estilo relacional desafiante e de oposição- uma experiência de acompanhamento terapêutico em grupo poderá ser muito útil e gratificante.
b) Grupos de cuidadores: Os cuidadores informais- pessoas da família responsáveis pelo bem estar de um familiar doente- muitas vezes sentem dúvidas, inquietações, momentos de extremo cansaço, necessidade de partilhar estados de espírito e perceber dinâmicas menos saudáveis que por vezes se instalam, mesmo nas relações mais significativas. Por vezes, também sentem a dor de ver diminuídas as capacidades do familiar que necessita de cuidados, e amiúde lidam com a eminência da sua perda. Nestes momentos, o acompanhamento terapêutico, acompanhado da possibilidade de partilha emocional com outras pessoas em situação idêntica, revela-se da maior importância. Os grupos de pais e de cuidadores serão dirigidos por uma equipa terapêutica. Tal como na psicoterapia, todos os conteúdos trabalhados nas sessões de grupo são confidenciais.   

Maria João Regala

-Membro efectivo da Ordem dos Psicólogos, com a especialidade de psicologia clínica e a especialidade avançada de psicoterapia.
-Membro fundador associado e terapeuta credenciada da Associação de Portuguesa de Psicanálise e Psicoterapia Psicanalítica (AP).
-Membro efectivo da Sociedade Portuguesa de Psicodrama.

Nuno Ferreira

-Membro associado e terapeuta credenciado da Associação de Portuguesa de Psicanálise e Psicoterapia Psicanalítica (AP).
-Doutorado em Sociologia da Educação
-Professor Universitário
-Investigador


Filipa Clemente

-Membro efectivo da Ordem dos Psicólogos.
-Membro associado e terapeuta credenciado da Associação de Portuguesa de Psicanálise e Psicoterapia Psicanalítica (AP).
-Mestre em psicologia Clínica



Perguntas frequentes

São muitas as razões que nos podem fazer procurar um psicoterapeuta. Todos nós temos, de uma forma ou de outra, problemas relacionados com a forma como lidamos connosco próprios, com os outros e com as nossas experiências. É frequente haver momentos de maior tristeza, ansiedade ou angústia, seja por uma razão específica e bem identificada - perda de alguém, divórcio, trauma, fobias específicas, etc. - seja por via de sintomas sem uma justificação aparente, que podem ser pensados com o terapeuta por forma a identificar as dinâmicas subjacentes ao sofrimento psíquico sentido pelo paciente e incentivar a sua transformação.
Para tal, é preciso que o paciente esteja motivado para dar início a um processo terapêutico - que pode ser mais ou menos longo, dependendo de cada caso - e, simultaneamente, o terapeuta ter a capacidade de acolher o pedido de ajuda, agindo sempre em benefício do bem-estar do paciente e em nome da sua integridade, autonomia e autoconfiança.  

Os sintomas mais comuns que justificam um pedido de ajuda incluem a ansiedade, depressão, perdas e lutos, fobias, transtornos alimentares, baixa auto-estima, entre outros. No caso dos adolescentes e  jovens, surgem frequentemente pedidos de apoio relacionados com a ansiedade aos exames, episódios de pânico, ideação suicida, rupturas amorosas, perturbações da personalidade, dúvidas vocacionais, dificuldade no processo de autonomia, consumos de estupefacientes, etc. Nas crianças, é comum serem identificadas dificuldades de concentração ou de aprendizagem, atrasos globais do desenvolvimento, resgressões face a adversidades do contexto ( voltar a pedir a chupeta, a fazer chichi na cama, etc), autismo, comportamentos de oposição e intolerância à frustração,  reações ao divórcio dos pais ou ao nascimento de um irmão, etc. Muitos destes sintomas surgem, por vezes, interligados limitando o contacto do paciente com as suas próprias emoções. A capacidade de pensar tais emoções e de compreender a origem dos sintomas para os superar é  trabalhada ao longo de toda a psicoterapia, abrindo caminho a uma vida interna mais saudável e com menos sofrimento.

Cada consulta tem uma duração de 45 minutos.

Numa primeira consulta o paciente poderá dar a conhecer ao terapeuta as razões que o levam a procurar uma psicoterapia. Terá à sua disposição um lugar que permite partilhar as suas emoções e preocupações mais profundas de forma aberta e sincera. O terapeuta, por seu lado, procurará compreender o motivo da procura de ajuda por parte do paciente e, através do conhecimento do seu contexto socio-familiar e da sua história de vida, determinar a pertinência de uma intervenção psicoterapêutica e indicar ao paciente o tipo de terapia que mais se adeque às suas características e  necessidades.

Sim. A confidencialidade é essencial ao estabelecimento da relação terapêutica, assegurando o estabelecer de um vínculo de confiança entre terapeuta e paciente.  


"Se partires um dia rumo a Ítaca
Faz votos para que seja longo o caminho,
Cheio de aventuras, cheio de conhecimentos (...)
Deves ter sempre Ítaca na tua mente.  
A chegada ali é o teu destino.
Mas não apresses em nada a tua viagem.
É melhor durar muitos anos;
E já velho ao fundeares a ilha,
Rico do que ganhaste no caminho  
Sem esperar que te dê Ítaca riquezas,  
Ítaca deu-te a bela viagem.
Sem Ítaca não te punhas a caminho.
Mas já não tem o que te dar.  
E se um tanto pobre a encontrares,
Ítaca não te enganou. 
Sábio como te tornaste, com tanta experiência,  
Já saberás o que significam Ítacas."

Konstantinos Kavafis (1863-1933)


CONTACTOS

96 571 74 47
96 631 99 73


MORADA

Rua do Alto dos Moinhos 6A
1500-459 Lisboa


EMAIL
itaca.psicoterapias@gmail.com                   

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